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Além dos alimentos:
a contribuição da agricultura urbana
para o bem-estar na metrópole de São Paulo

Entenda como a expansão da metrópole sobre áreas
de florestas e agricultura impacta o bem-estar dos
seus moradores e como a agricultura sustentável pode contribuir
para melhorar as condições de vida na região.

Seta para baixo

Mudança do clima aqui e agora: expansão urbana fez a temperatura média da região metropolitana de São Paulo aumentar 1°C

Entre 1985 e 2019 a temperatura média da metrópole paulista aumentou 1°C, e a tendência é que se eleve mais 0,6°C até 2030. Na prática pode até parecer pouco, mas pesquisas mostram que, na cidade de São Paulo, para cada grau a mais na temperatura há um aumento de mais de 3,26% de mortes de pessoas por causas ligadas ao coração e ao aparelho respiratório. Para o ano de 2020, isso equivaleria a 1.200 mortes.

O que impactou diretamente o clima da metrópole paulista foi a diminuição das áreas que antes eram ocupadas pelas florestas e a agricultura e o aumento da urbanização. São as áreas verdes que asseguram a manutenção da temperatura, ao resfriar o ambiente e absorver o calor.

A manutenção das áreas de florestas e a ampliação das áreas de produção agrícola sustentável pode ajudar a frear o fenômeno do aumento de temperatura, reduzindo-a em 0,2°C em relação à de 2019.

Redução de áreas verdes comprometeu a produção de água na Bacia do Alto Tietê em volume equivalente ao abastecimento de 4 milhões de residências por ano

O impacto da urbanização na Região Metropolitana de São Paulo (RMSP) entre os anos de 1985 e 2019 reduziu a oferta de água em 17.000 litros por segundo, volume equivalente para abastecimento de 4 milhões de residências por ano. Esse resultado é ainda mais preocupante na época de estiagem, quando a vazão da Bacia do Alto Tietê atende apenas 50% dos 21,6 milhões de habitantes da metrópole. Para o período mais seco de 2021, que está apenas começando, as perspectivas não são positivas, já que os reservatórios estão com níveis muito baixos, devido à menor precipitação.

A redução das áreas verdes na RMSP impacta diretamente na produção de água que abastece os reservatórios. Esse efeito, somado ao crescimento urbano, limita a quantidade de água disponível para consumo na metrópole. Se o crescimento urbano se mantiver nos moldes atuais, o consumo de água aumentará mais 2.500 litros por segundo até 2030 (essa diferença no aumento do consumo seria suficiente para abastecer cerca de 600 mil residências por ano), agravando a disputa pela água que hoje já faz com que a RMSP dependa de outras bacias hidrográficas.

Expansão urbana reduz capacidade de infiltração da água no solo, provocando transtornos ao cotidiano da metrópole paulista

A área construída da metrópole paulista aumentou 57 mil hectares entre 1985 e 2019. Houve ampliação da superfície com concreto e redução da capacidade de infiltração da água no solo em 14 milhões de m³. Isso significa dizer que 17 piscinões como o de Guamiranga, deixariam de ser infiltrados no solo em um evento de chuva forte (50mm), tornando a metrópole mais suscetível a inundação.

Simulação para 2030, considerando o atual ritmo de expansão da área urbana da metrópole, indica perda geral da capacidade de infiltração de mais 3 milhões de m³ de água em relação a 2019.

A manutenção das áreas florestais e ampliação das áreas de produção agrícola sustentável possibilitaria a infiltração de cerca de 1,2 milhão de m³ de água a mais, em relação aos níveis de 2019.

A metrópole para além dos prédios e do asfalto

A Região Metropolitana de São Paulo (RMSP) é o principal aglomerado urbano do Brasil, sendo o lar de 21,6 milhões de pessoas. Essa região apresenta contínuo crescimento populacional e da mancha urbanizada que aumentou em 57 mil hectares no período de 1985 e 2019.

Muito mais do que prédios e asfalto, a RMSP possui a maior parte do seu território ocupado por vegetação nativa (45%). Essas áreas são as principais fornecedoras de serviços ecossistêmicos – os bens e serviços fornecidos pela natureza que contribuem direta ou indiretamente para o bem-estar humano. A disponibilidade e a qualidade da água ou o ar puro que se respira são exemplos de serviços ecossistêmicos. Ao ocupar essas áreas, o modelo de urbanização constatado na RMSP reduz a qualidade de vida das pessoas que moram na própria cidade e ao seu redor.

As áreas onde se desenvolvem as atividades agrícolas na metrópole também são fonte provedora de serviços ecossistêmicos, estejam elas em espaços rurais, periurbanos ou urbanos. O principal deles é, definitivamente, a produção de alimentos. Entretanto, sistemas produtivos manejados de forma regenerativa, com técnicas baseadas na natureza, podem prover muito mais do que alimentos. Se manejado de forma a reduzir o revolvimento do solo ou se possuir árvores associadas ao plantio, um cultivo pode favorecer e facilitar a ocorrência de serviços, tais como o controle de erosão, o conforto térmico e o sequestro de carbono.

Uso solo
São Paulo Imagem: Jackson David on Unsplash

Diversidade de agriculturas e os serviços ecossistêmicos associados

Desenvolvida no tecido urbano e em seus arredores, a agricultura da RMSP é extremamente heterogênea em termos de área e escala de produção, cultivos, formas de comercialização, mão de obra utilizada, sistemas produtivos e utilização de insumos, entre outros fatores.

Com relação ao fornecimento de serviços ecossistêmicos, os principais fatores de influência são a localização (periurbana ou urbana) dessa agricultura e as técnicas de manejo adotadas por ela (convencionais ou orgânicas).

Sistemas produtivos convencionais

Caracterizados pela adoção de agroquímicos para adubação e controle de pragas e doenças. Esses sistemas geralmente são mais homogêneos, sem grande diversidade de cultivos. Isso faz com que aumentem a produtividade de um cultivo específico, favorecendo-o nas relações comerciais ao conferir-lhe maior capacidade de atender à demanda existente. O manejo do solo é mais intensivo, devido às operações de revolvimento, o que favorece a sua compactação e a perda da fertilidade.

Sistemas produtivos orgânicos

Caracterizados pela adoção de práticas mais sustentáveis de cuidado com o solo, nas quais não há o uso de agroquímicos, e sim de compostos orgânicos e estercos para a adubação e o controle biológico de pragas e doenças. O manejo mais sustentável da terra reduz a necessidade de revolvimento ao utilizar cobertura vegetal seca para evitar perda excessiva de água e manter a fertilidade e a estrutura do solo.

Agricultura periurbana Imagem: Marcela Ferreira, 2017.

Agricultura periurbana

É aquela praticada nas franjas ou arredores das cidades. Nestes espaços, a diversidade de agricultura se expressa em termos de sua escala de produção, de acesso a tecnologias, de mão de obra principal, podendo ser contratada ou familiar, e no enfoque principal da produção, voltado para comercialização ou combinado ao autoconsumo. Independentemente do tamanho, a agricultura periurbana apresenta grande potencial para fornecer o serviço ecossistêmico de provisão de alimentos e, assim, abastecer a população da RMSP. Além disso, a proximidade com as áreas florestadas e os corpos d’água possibilita maior interação dos estabelecimentos agrícolas com o fornecimento de serviços ecossistêmicos.

Se manejada de forma mais sustentável a agricultura praticada nessas áreas tem grande potencial de prover todos os outros quatro serviços ecossistêmicos avaliados – mitigação de calor, produção de água, mitigação de inundações e regulação de erosão –, como veremos a seguir. No sistema convencional esses serviços também são fornecidos, mas a sua potencialidade é reduzida. Os serviços de produção e qualidade de água são impactados negativamente pelos agrotóxicos, que podem contaminar a água subterrânea e a superficial, reduzindo a quantidade disponível e a qualidade desse recurso.

Agricultura urbana

É aquela praticada dentro do tecido urbano. Geralmente, as áreas de produção agrícola são de pequeno porte, devido à limitação espacial para sua expansão. A horticultura é a principal atividade desenvolvida. Em pequena escala, a produção é voltada para o autoconsumo das famílias e para a venda nos mercados locais. Por estarem inseridos na mancha urbana da RMSP, essas áreas produtivas compõem importante papel complementar às áreas verdes dentro da cidade.

Ainda que sua potencialidade em fornecer serviços ecossistêmicos seja inferior à da agricultura periurbana, a provisão de alimentos pode cumprir papel importante em locais de vulnerabilidade social. Além disso, a presença de espaços permeáveis contribui para a mitigação de inundações, permitindo a infiltração da água.

Agricultura urbana Imagem: Marcela Ferreira, 2020.

Qual a contribuição da agricultura para a provisão e manutenção de serviços ecossistêmicos na metrópole de São Paulo?

Como desdobramento do estudo “Mais perto do que se imagina: a produção de alimentos na metrópole de São Paulo”, o Escolhas em parceria com a Iniciativa “A Economia dos Ecossistemas e da Biodiversidade para Agricultura e Alimentação”, conhecida como TEEBAgriFood (sigla em inglês) do Programa das Nações Unidas para o Meio Ambiente (PNUMA), investigou outros benefícios da produção agrícola na metrópole.

O estudo utilizou parte do ferramental e das etapas do framework TEEBAgrifood, em um processo de pesquisa que envolveu análises qualitativas e quantitativas, o uso de modelagens biofísicas e a interlocução com atores sociais-chave.

6 etapas do estudo TEEBAgrifood

Os 5 serviços ecossistêmicos mensurados

Considerando a disponibilidade de dados e de modelos biofísicos de mensuração, priorizou-se investigar a provisão dos seguintes serviços ecossistêmicos impactados pela agricultura sustentável na metrópole:

Ilustração de Caminhão

Hoje

O que aconteceu com os 5 serviços ecossistêmicos analisados no período entre 1985 e 2019 na Região Metropolitana de São Paulo (RMSP)?

Comparativo entre 1985 e 2019. No gráfico, a linha laranja representa o ano de referência 1985, enquanto a verde, 2019. Os eixos expressam a variação em porcentagem dos serviços ecossistêmicos.

Serviço ecossistêmico 1985 2019 Diferença (%)
Produção de água (m³/s) 67,4 50,7 -24,7
Mitigação de inundações (milhões m³) 325,3 310,9 -4,4
Mitigação de calor (índice que varia de 0 a 1, 1=alta mitigação) 0,395 0,373 -5,5
Regulação de erosão (milhões de ton/ano) 313,7 313,6 -0,03
Provisão de alimentos (mil ha) 229,2 177,1 -22,7
Fonte: Elaboração própria.
Clique para ligar e desligar os anos abaixo.
Fonte: Elaboração própria.

E o seu município? Ganhou ou perdeu serviços ecossistêmicos entre 1985 e 2019?

Houve variação entre os ganhos e as perdas de serviços ecossistêmicos nos municípios da RMSP. O maior acúmulo em perdas ocorreu nas franjas da mancha urbana, relacionando-se com a conversão de áreas agrícolas e florestais em urbanas.

Passe o mouse para ver o resultado.

Município
  •  Produção de água
  •  Mitigação inundações
  •  Mitigação calor
  •  Regulação erosão
  •  Provisão alimentos

Mapa da Provisão dos Serviços Ecossistêmicos na RMSP em 2019

Clique para ligar e desligar as categorias abaixo

O mapa traz os resultados da aplicação das modelagens de mensuração dos serviços ecossistêmicos utilizadas no estudo.

Os resultados são apresentados por serviços ecossistêmicos, com legendas que representam as unidades de medidas ou índices de mensuração do serviço. Basta clicar no serviço para visualizar os resultados projetados no mapa.

Em produção de água, o resultado mostra a oferta líquida de água anual por m³, ou seja, a diferença entre a quantidade de água produzida e a utilizada dentro da unidade hidrográfica.

Em mitigação de inundações, o resultado mostra a retenção do escoamento de água superficial e a unidade utilizada é o m³.

Em mitigação de calor, o resultado mostra o índice de mitigação de calor urbano, que varia de 0 a 1 (quanto mais próximo a 1, maior a mitigação do calor).

Em regulação de erosão, o resultado a retenção de sedimentos em toneladas por ano.

Em provisão de alimentos, o resultado mostra a área potencial de produção agropecuária em hectares. Nesse caso, o resultado mostra os dados do Mapbiomas (2020) para área agricultável em 2019, composta pelas classes de uso do solo pastagens, cana-de-açúcar, mosaico de agricultura e pastagem, lavouras perenes, soja e lavouras temporárias.

O botão outros usos do solo apresenta os dados do Mapbiomas (2020), com a seguinte categorização:

  • Área florestal: composta pela classe Formação Florestal
  • Área urbana: composta pela Infraestrutura Urbana
  • Outros: composta pela Floresta Plantada, Afloramento Rochoso, Mineração e outras áreas não vegetadas.

Imaginando cenários futuros para a agricultura na metrópole de São Paulo

Como os cinco serviços ecossistêmicos analisados se comportam com o aumento ou a diminuição da área destinada à produção de alimentos na metrópole? Para responder a esta pergunta, foram simulados dois cenários futuros (2030) para aplicação das modelagens de mensuração dos 5 serviços ecossistêmicos impactados pela agricultura sustentável na metrópole de São Paulo.

Cenários e premissas

Premissas Business as Usual (BAU) Cenário de expansão da agricultura sustentável
Recorte Segue tendências de taxas de urbanização, desmatamento e crescimento populacional identificadas no período 2008-2018, tendo a urbanização como principal vetor Considera a expansão do cultivo agrícola em áreas de alta vulnerabilidade social e baixa incidência de estabelecimentos que comercializam alimentos in natura e mistos, onde podem ser encontrados alimentos frescos. As áreas de expansão urbana mais recentes nas periferias da metrópole são associadas a maiores taxas de vulnerabilidade social e a maior carência de infraestruturas urbanas e serviços.
Expansão urbana Total: 12 mil hectares
Sobre áreas de agricultura e pastagem: 7.300 hectares
Sobre áreas florestais: 4.700 hectares
Total: 9 mil hectares
Sobre áreas de agricultura e pastagem: 4.300 hectares
Sobre áreas florestais: 4.700 hectares
Uso do solo 43% de formações florestais
28% de infraestrutura urbana
22% de áreas agrícolas
43% de formações florestais
27% de infraestrutura urbana
23% de áreas agrícolas
Área de atividade agropecuária Agricultura e pastagens convencionais - 181 mil hectares 184.700 hectares totais de área agrícola divididas em:
Agricultura e pastagem convencional - 132,5 mil hectares
Produção orgânica periurbana - 37,4 mil hectares
Produção orgânica urbana - 2,3 mil hectares
Produção em sistema agroflorestal - 12,5 mil hectares
Áreas prioritárias na alocação de agricultura Não há Considerou-se a transição para agricultura sustentável em 52 mil hectares, o que significou uma retenção de 3,4 mil hectares de urbanização em relação a BAU.
Fonte: Elaboração própria.
Ilustração Comercialização

Amanhã

Qual a contribuição da agricultura sustentável para a manutenção e a provisão futura de serviços ecossistêmicos na metrópole?

Comparativo entre os cenários. A linha laranja representa o ano de referência 1985, enquanto a verde escura, 2019, a verde clara, o BAU e a rosa, o Cenário 1. Os eixos expressam a variação em porcentagem dos serviços ecossistêmicos.

Serviço ecossistêmico 1985 2019 BAU Cenário 1
Produção de água (m³/s) 67,4 50,7 48,2 48
Mitigação de inundações (milhões m³) 325,3 310,9 307,3 309,7
Mitigação de calor (índice) 0,395 0,373 0,365 0,373
Regulação de erosão (milhões de ton/ano) 313,7 313,6 315 316,1
Provisão de alimentos (mil ha) 229,2 177,1 181,3 184,7
Fonte: Elaboração própria.
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Fonte: Elaboração própria.

De acordo com os cenários, o incremento da área de cultivo agrícola sustentável mantém a provisão de serviços ecossistêmicos em patamares similares aos de 2019, exceto na produção de água.

Comparando BAU com Cenário 1, podemos dizer que a agricultura pode amenizar o impacto negativo da expansão urbana na RMSP. Porém, esse efeito só acontecerá se a agricultura desenvolvida for sustentável, com práticas como manejo ecológico do solo, manutenção de árvores em seu sistema produtivo, não utilização de agroquímicos e emprego de técnicas de irrigação mais eficientes.

O mapa traz os resultados da aplicação das modelagens de mensuração dos serviços ecossistêmicos utilizadas no estudo. Os resultados são apresentados por serviços ecossistêmicos e por cenários (Cenário 1 e BAU). Cada cenário tem uma legenda, que representam as unidades de medidas ou índices de mensuração do serviço. Basta clicar no cenário para visualizar os resultados da mensuração dos serviços projetados no mapa.

Em produção de água, o resultado mostra a oferta líquida de água anual por m³, ou seja, a diferença entre a quantidade de água produzida e a utilizada dentro da unidade hidrográfica.

Em mitigação de inundações, o resultado mostra a retenção do escoamento de água superficial e a unidade utilizada é o m³.

Em mitigação de calor, o resultado mostra o índice de mitigação de calor urbano, que varia de 0 a 1 (quanto mais próximo a 1, maior a mitigação do calor).

Em regulação de erosão, o resultado a retenção de sedimentos em toneladas por ano.

Em provisão de alimentos, o resultado mostra a área potencial de produção agropecuária em hectares. Nesse caso, o resultado mostra os dados do Mapbiomas (2020) nas seguintes categorias:

  • Área agrícola: composta pelas classes de uso do solo pastagens, cana-de-açúcar, mosaico de agricultura e pastagem, lavouras perenes, soja e lavouras temporárias.
  • Agrofloresta: presentes nas modelagens realizadas no cenário 1, em que o sistema de manejo associa o cultivo de plantas de interesse econômico com árvores, simulando um ambiente florestal.
  • Orgânica: também modelada para o cenário 1, em que o sistema de manejo não utiliza os insumos agroquímicos típicos da agricultura convencional.

O botão outros usos do solo apresenta os dados do Mapbiomas (2020), com a seguinte categorização:

  • Área florestal: composta pela classe Formação Florestal
  • Área urbana: composta pela Infraestrutura Urbana
  • Outros: composta pela Floresta Plantada, Afloramento Rochoso, Mineração e outras áreas não vegetadas.

Além dos alimentos: a contribuição da agricultura urbana para o bem-estar da metrópole de São Paulo

Estudo idealizado pelo Instituto Escolhas em parceria com a Iniciativa TEEBAgriFood do Programa das Nações Unidas para o Meio Ambiente.

Coordenação Geral

Jaqueline Ferreira e Rafaela Silva
(Instituto Escolhas)

Execução Técnica

Jay Marinus Nalini Van Amstel
Vitória Oliveira Pereira de Souza Leão

Assessoria Técnica

Peter May (CPDA/UFRRJ)

Design e desenvolvimento

Carolina Passos e Armando Neto (Mapping Lab)
Rogério Escobar (Brazz Design)

Edição de texto

Bruna Cenço, Jaqueline Ferreira e Rafaela Silva
(Instituto Escolhas)

Instituto Escolhas. Para Além dos Alimentos: a contribuição da agricultura urbana para o bem-estar da metrópole de São Paulo. São Paulo, 2021.

ISBN

n° 978-65-86405-20-0

Produto licenciado

CC BY-SA 4.0

Contato:

comunicacao@escolhas.org